Há tanto assunto, tantas situações, momentos que as ideias não conseguem se organizar para serem colocadas para fora. Tudo quer sair ao mesmo tempo, como se fossem vômito, como se me fizessem mal, como se não me pertencessem.
Mas eu não o faço.
Evito, respiro, suspiro, evito novamente, esqueço, relembro e me calo.
Não há o que fazer, falar ou reclamar. Acho que chegou aquele momento em que suas palavras não importam mais, pelo menos não da forma que achava. Teus sentimentos anularam-se ou escondem por baixo de uma crosta de preocupações que se julgam mais importantes: faculdade e trabalho, não necessariamente nessa ordem.
O coração bate, ou melhor, cumpre sua função. O cérebro, as vezes falha, apesar de considerar que ele precisa de umas férias...
Por hoje, e aliás há algum tempo, não sei o que dizer. Espero poder contar com sua presença quando eu realmente puder e quiser falar algo, mas por hoje prefiro ficar por aqui. Observando. Apenas.
14 Agosto 2011
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