Morte. Fim. Desfecho. Término? Jamais.
Estrelas morrem, mas o brilho permanece.
O mundo presenciou atônitamente a morte da maior estrela do pop que existiu. Incontestavelmente, o melhor. O mais inovador de todos. Aquele que abriu caminhos na música pop, que alargou espaços para a dança de rua, que proporcionou espetáculos maravilhosos nos shows que realizou. Uma palavra para ele: inovador.
Um monstro nos palcos, uma criança na intimidade, um náufrago em seus pensamentos, um suicida em seus traumas. Paradoxal, de fato.
Aqui, hoje, não irei relembrar dos escandalos. Eles pouco me importam. O que quero fazer é deixar expressa a minha alegria de ter vivenciado tantas experiências com as suas canções.
A estrela apagou. Porém o brilho permanecerá eternamente. O futuro saberá quem foi esse homem e das coisas que realizou, sejam boas ou não. Muitos irão desejar ter vivido nesta época em que passamos para sentir na pele a emoção das inúmeras músicas que ele criou.
Por que o Michael Jackson não merece mais manchas em sua história, e sim carinho e consideração que infelizmente foram-lhe negadas em infância e que possivelmente teriam sido fator crucial para tamanha tristeza em seu coração.
Deixo aqui a minha dor. E inicio também a minha doce lembrança.
Lembrando do tempo... Do doce tempo...
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1 comentários:
Michael, uma palvra pra mim, gigante.
Black or white???? Não importa, a música não tem cor.....
adorei o que escreveu Fátine
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